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Técnicas de Manuseio e prevenção/ Sistema Tegumentar, hidratação, anatomia e fisiologia das unhas, pés diabéticos e anatomia, alterações ortopédicas/UNIDADE CURRICULAR 5- UC V

 Biossegurança: 

As normas da Vigilância Sanitária estão sendo alteradas constantemente para entrar em conformidade com a biossegurança exigida nos gabinetes de podologia.

obs.: Todo profissional deve inteirar-se dessas normativas no órgão competente de sua cidade

Devemos ficar atentos na desinfecção e esterilização dos instrumentais, tais como os bisturis, brocas, fresas, enucleadoras, alicates, etc...


Curiosidade

Se observarmos a lâmina de um bisturi no microscópio, perceberemos que a superfície não é tão lisa e plana como vemos, nesta observação notaremos que há crateras, como se estivéssemos estudando geografia de um terreno por demais acidentado.

Não podemos esquecer a importância de manusear, desinfetar e esterilizar corretamente estes instrumentais, pois são os maiores agentes causadores de patologias nos clientes que frequentam manicures, pedicuros, podólogos que não prezam pela saúde e nem pela biossegurança do ambiente de trabalho.

Estes materiais sendo mau conservados podem causar contaminação em vários âmbitos, principalmente Hepatite, micoses e HIV.


Vamos entender quais os processos de contaminações 

  • Inflamação – quando o organismo é infectado este defende-se de diversas maneiras, com isso surgi a inflamação. Apresentando características específicas de rubor, calor, exsudato e dor. 

  • Infecção – é a contaminação do homem por microrganismo patogênico. Quando o agente patogênico encontra uma porta de entrada e com isso permitirá a implantação no tecido.






Áreas não críticas
são áreas nas quais não são ocupadas por pacientes. 

EX.: Administração, corredores, elevadores, copa, almoxarifado, etc

A higienização neste ambiente deve ser com água e sabão ou detergente. Não devemos usar vassouras, somente pano úmido ou aspirador de pó.


Áreas Semicríticas
área de moderado a baixo risco para infecções relacionadas à assistência, seja pela execução de processos ou pela realização de atividades assistenciais não invasivas em pacientes que não apresentam patógenos de importância epidemiológica.

A higienização e desinfecção nestes ambientes devem ser por agentes físicos (calor) Ex.: Vaporetto® (120°C) ou agentes químicos (detergentes aldeídos) . Uso obrigatório de EPI’s para a limpeza e desinfecção.


Áreas Críticas
são áreas na qual existe um risco maior de desenvolvimento de infecções relacionadas à assistência, pela realização de procedimentos invasivos ou pela presença de pacientes com suscetibilidade aumentada aos agentes infecciosos ou portadores de patógenos.

EX.: CME, gabinete de podologia; UTI; 


Artigos não críticos:

São destinados ao contato com a pele íntegra do paciente. Ex.: micromotor, carrinho auxiliar, entre outros. 

>Requerem limpeza ou desinfecção de baixo ou médio nível. Deve-se atentar para o risco de transmissão secundária por parte dos profissionais que lidam com o artigo e entrem em contato com o paciente.

Artigos Semicríticos:

São aqueles destinados ao contato com a pele não intacta ou com mucosas íntegras. Ex.: brocas, mandril, etc. 
>Requerem desinfecção de alto nível ou esterilização.

Artigos Críticos:
Entram em contato com tecidos estéreis ou com o sistema vascular e devem ser esterilizados para uso, pois possuem alto risco de causar infecção.
Ex.: bisturís, alicates, etc.







Produtos usados na Podologia:

Emolientes Auxiliam na emoliência do eponíquio e queratoses, facilitando a remoção e limpeza das pregas ungueais

Loção: Pé o pós procedimento podológico. Higieniza e remove os resíduos dos pés

Óleo Mineral ou hidratante:
Usado para massagear e hidratar os pés e lâminas ungueais e  finalizar o tratamento podológico.

Sistema Tegumentar e Esfoliação


Para falarmos de esfoliação, primeiro precisamos entender o que é pele.

A pele é um complexo formado por reentrâncias e saliências mais evidentes nas regiões das palmas das mãos e plantas dos pés.

  São três camadas que compõem a pele: 

  • epiderme, 

  • derme e 

  • hipoderme ou tecido subcutâneo.



  • secreção e excreção: em forma de sebo, para hidratação, limitando a perda de água para o ambiente.

  • Melanogenese: formação de melanina que protege a pele contra as radiações UV.

  • Proteção: para as estruturas internas do organismo frente a agressores químicos, físicos e biológicos, perda de água.

  • Termo regulação: controle da temperatura do organismo, através do suor e resfriamento da pele. Percepção: através de nervos específicos   para o calor, frio, pressão e tato


Epiderme

É a camada mais superficial da pele e está apoiada sobre a derme.

Nas plantas dos pés  ela chega a medir até 1,6mm de espessura em situações de normalidade, podendo apresentar maior espessura em casos de hiperqueratoses e calos.



A epiderme divide-se em outras subcamadas:




ESFOLEAÇÃO:

É um fenômeno natural em que a pele passa por um processo de renovação constante, isso acontece a cada 28 ou 30 dias.

A esfoliação é o procedimento com finalidade de promover a renovação celular, através da remoção da camada superficial da pele.



As esfoliação é aplicada em vários níveis, mas na podologia usamos o


Nível 1.

Manchas muito superficiais, aspereza, pele desidratada/seca, pele descamativa, peles “cansadas” e “maltratadas”


JÁ OUTROS NIVEIS:


Nível 2 –superficial

manchas superficiais, aspereza, rugas finas, acne ativa, etc


Nível 3-

Rugas, manchas, cicatrizes de acne, sulcos e marcas de expressão.



Todos os dias, acumulam-se camadas de células mortas, como se fossem escamas, e também sujidades ambientais. Esse processo determina a aparência áspera, fosca, seca e cansada. Além disso, forma-se um verdadeiro escudo, que impede a ação eficiente dos cosméticos.


No verão tem um maior agravamento devido às agressões e excessos, como uso de rasteiras, chinelos de borracha, caminhadas na areia, com isso, a pele reage intensamente, aumentando a camada superficial, na tentativa de reforçar a proteção. 


E com o passar dos anos, a capacidade natural de renovação da pele vai diminuindo ficando sempre mais espessas.

A esfoliação é uma alternativa bastante eficaz na  reversão deste processo.

TIPOS DE ESFOLEAÇÃO

QUÍMICA:

    Ocorre através de cremes compostos de ácidos. Esses produtos removem as células mortas, deixando a pele nova em evidência. (Podosafe)

    MECÂNICA:

    É a retirando das células a partir do atrito, com uso de aparelhos como peeling de diamante ou cristal.

    FÍSICA:

    É a retirada das células mortas, a partir do atrito com substâncias que contenham pequenos grânulos.
     
    ESFOLEAÇÃO FISICA:

    Indicado nos casos de:

    • Remoção das células mortas;

    • Aumentar a permeabilidade da pele;

    • Melhora a penetração do creme hidratantes


    ESFOLIANTES:

    Os esfoliantes ideais contém partículas arredondadas que rolam sobre a pele removendo mecanicamente as células mortas sem provocar lesões na mesma.

        Os princípios ativos para utilizados são:

    • Apricot (pó de caroço do damasco);

    • Aveia;

    • Extrato de bambú;

    • Semente de frutas (uva, morango);

    • Silica (quartzo).


    "As microesferas de polietileno foram proibidas pela ANVISA, por agredir o meio-ambiente".


    Aplicação do esfoliante é local com creme abrasivo usando movimentos circulares e com pressão gradual (maior ou menor abrasão) .

    O grau de esfoliação, a  frequência e o  tipo de produto esfoliantes, variam de acordo com a características de pele:

    • Peles secas: Esfoliação suave, uma vez por semana ou a cada 15 dias. A pele limpa favorece a penetração de emolientes e hidratantes com maior intensidade.

    • Peles normais e mistas: Esfoliação de média intensidade, uma vez por semana.

    • Peles envelhecidas: A pele envelhecida tem um acúmulo de camadas de células mortas e aspecto opaco, com superfície irregular. Além disso, com o tempo a pele torna-se mais “preguiçosa” e a renovação ocorre de maneira mais lenta. A esfoliação regular, uma a duas vezes por semana, proporciona um aspecto mais jovem, brilhante e transparente, que será imediatamente notado



    CONTRA-INDICAÇÃO
    • Em peles muito sensíveis, a esfoliação pode intensificar a irritabilidade;

    •  Em peles com psoríase, dermatite atópica, micoses e outras alterações  patológicas e lesões da pele, o médico dermatologista deve ser consultado.

    • Em caso de queimaduras solares;

    • Deve-se evitar esfoliação em peles com acne, pela disseminação de bactérias e possível agravamento do quadro.



    HIDRATAÇÃO- CUTÂNEA



    Dessa maneira, a pele pode ser considerada desidratada quando estiver:

    1. Sem brilho;

    2. Áspera;

    3. Apresentar descamação;

    4. Maior tendência a irritações.


    Muitos não sabem, mas a fato de cuidar dos pés, principalmente da região dos calcanhares, pode causar problemas que vão além da estética, como ressecamentos e até mesmo incômodas fissuras.

    Daí a importância de nós atentarmos a esta parte do corpo tão fundamental para a nossa sustentação. 


    Prevenção:

    Em caso de não ter problemas de fissuras na região dos pés, podemos tomar alguns cuidados para evitar este tipo de problema, como:

    • Ingerir pelo menos 2 litros de água por dia;

    • Hidratar regiões suscetíveis ao ressecamento;

    • Usar calçados confortáveis.

    A penetração dos agentes hidratantes na pele irá deixa-la  resistente às agressões e regenera mais rápido caso ocorram lesões, além de diminuir o engrossamento plantar, calos e calosidades.

    Ureia

    A ureia é o produto final da degradação de várias proteínas no ser humano. São produzidas diariamente cerca de 30g de ureia no corpo humano, estando presente em todos os órgãos e interagindo juntamente com outros fatores no equilíbrio hídrico do organismo.



    Ação da ureia sobre a pele:


    Umectante;
    Descamativa (livre de substância aderente);
    Antimicrobiana;
    Anti-inflamatória;
    Inibitória de enzimas;
    Queratolítica.


    Parafina Quente ou Fria

    A principal função da parafina, é seu agente carreador e oclusivo.

    Como carreador, ela absorve o hidratante e transfere seus efeitos para a pele, não deixando que saia, assim o produto será absorvido na totalidade de seu benefício.

    Também possui propriedade de recuperar o manto lipídico, que dá a oleosidade natural da nossa pele.

    Na Podologia ela é aplicada em casos com ressecamento, fissuras e peles extremamente finas, agindo como importante protetor da epiderme.


    A parafina quente ela é contra-indicada nos casos de:





    Anatomia e Fisiologia Ungueal


    É formada por uma queratina especial, produzida pelas células do leito ungueal. As estruturas produtoras das unhas já se encontram perfeitamente formadas na metade do período da vida fetal. É a mais extensa formação de queratina do corpo humano, tenso grande importância na clínica médica por refletir as patologias que ocorreram meses antes.


    Composições da Lâmina Ungueal


    A quantidade destes minerais pode varias de população para população. Nos homens apresenta níveis mais altos de cálcio e zinco, nas mulheres e crianças apresentam níveis mais altos de magnésio.

    QUERATINA: é o principal componente da unha, responsável pela sua resistência;

    ÁGUA: é o principal agente plastificante. Encontrado em uma concentração entre 7% e 12%. Sua baixa concentração auxilia na dureza das unhas.

    MINERAL: cálcio, magnésio, sódio, enxofre, cistina, ferro, cobre e zinco são encontrados nas unhas;

    NITROGÊNIO

    LIPIDIO:

    de 0,1 a 1%, sendo o colesterol o principal deles, agindo como plastificante. Quando eles são extraídos, a unha torna-se seca e quebradiça


    IRRIGAÇÃO SANGÜÍNEA

    É a parte mais importante na formação da lâmina, é por este motivo que quando houver interferência interna ou externa na irrigação, haverá alterações em sua formação, tanto no crescimento e espessura.

    CONSTITUIÇÃO DA LÂMINA UNGUEAL



    ANATOMIA E FISIOLOGIA DA UNHA


    CRESCIMENTO DA LÂMINA UNGUEAL:

    No verão as lâminas crescem mais rápido, devido o tempo mais quente ocorre a vasodilatação permitindo um maior aporte sanguíneo na matriz, com isso, levando nutrientes e oxigenação.


    No inverno, devido a vasoconstrição, há também o uso de meias e calçados fechados formando uma barreira que diminui a circulação sanguínea no local. 


    As camadas germinativas estão em atividade constante, não havendo fase de repouso.


    Doenças graves, desnutrição, fumo e gravidez retardam o crescimento das lâminas.


    Da matriz até a borda distal, a lâmina demora 6 meses para crescer as das mãos; e os pés 12 meses.

    Espessura das lâminas mãos e pés =   0,5mm a 0,7mm.

    elementos complexo ungueal:

    Matriz:

    conhecida como raiz da unha, é composta de células germinativas, o que explica o crescimento das unhas. Situa-se abaixo da prega supra ungueal e é constantemente irrigada pelos vasos sanguíneos superficiais da derma.

    Leito Ungueal:
    extremidades dos artelhos, sob a lâmina ungueal à qual adere fortemente. Sua pele é formada por epiderme e derme, e os vasos sanguíneos que irrigam a derme são responsáveis pela coloração rosada das unhas.

    Lâmina Ungueal:
    é a unha propriamente dita, formada por uma placa de queratina compactada, translúcida, pouco maleável, inelástica, situada sobre o leito ungueal. Sua consistência varia de pessoa para pessoa e depende de fatores tanto genéticos como externos.

    Eponíquio:
    formada por células queratinizadas, sua função é a de proteger a matriz da unha, impedindo que agentes químicos e biológicos penetrem sob a prega supra ungueal.

    Hiponíquio:
    é a região mais próxima da ponta da lâmina. Apresenta grande sensibilidade, por ser uma transição do leito ungueal para a polpa dos dedos.

    Lúnula
    área esbranquiçada, em forma de meia-lua, localizada junto ao eponíquio, que é o reflexo da matriz ungueal.

    Borda Livre:
    é a parte da lâmina ungueal que se projeta descolada, fora do leito ungueal.

    Sulcos ou Dobras Ungueais:
    Na margem da unha, a pele forma as dobras ungueais e esta área de transição é conhecida como sulco ungueal. A extremidade externa do sulco ungueal é importante no caso dos grandes dedos, por causa da frequência com que se observa a unha encravada.

    Tipos de Dedos

    Os dedos podem apresentar características diferentes, principalmente o hálux, e a falange distal é a principal na forma que o dedo se apresenta.

    As lâminas ungueais são importantes no formato dos dedos, o sobrepeso, atritos constantes, alterações ortopédicas e cortes inadequados por longos períodos também interferem no formato da lâmina e consequentemente, no formato distal do dedo. 


    dedos arredondados na  região                          Unha em leque
                   da distal

    Uma pessoa pode apresentar diferentes formatos de dedos e unhas. Pé direito unha normal e o dedo arredondado, pé esquerdo unha em telha e dedo ovalado. 


    TIPOS DE UNHAS:

    As unhas podem apresentar diversos tipos, tais como:

    • Espessas

    • Finas

    • Esfoliadas

    • Frágeis

    • Fortes

    • Fissuradas

    • Longas

    • Curtas

    • Largas

    • Estreitas e Estriadas.

    Pode ser congênita ou adquirida;


    O procedimento podológico deve ser efetuado respeitando as variações das unhas e o formato anatômico do dedo.

    Então, o formato do dedo em geral seguirá o formato da falange e ao formato da unha, ou seja, dedos longos possuem unhas longas, dedos curtos, unhas pequenas.



    Formato de Unha:

    Os formatos mais comuns de lâminas são:


    Devemos observar o cliente como um todo, como se senta, jeito de se levantar, biótipo (peso e altera), jeito de caminhar e tipo de calçado que está usando.


    Observação de calçados e meias:


    As meias, observar o material se é sintético ou de algodão, costuras, tamanho e elasticidade no cano.

    Devemos sempre dar atenção à queixa do cliente e observar a posição indicado da localização da dor.

    Quando a dor for:

    >Região lateral do sulco ungueal - geralmente causado por calçado apertado.


    >Sulco ungueal na face medial – sobreposição dos dedos.


    >Sulco ungueal região medial e na região lateral – espessura acentuada e curvatura da unha


    >Em cima da lâmina no leio ungueal – pode ser um calo no leito ungueal.



    Como cortar as unhas saudáveis corretamente.

    Não existe um corte padrão para as unhas, devemos analisar e levar em consideração o formato da lâmina nas bordas livres. 

    Arredondada: Devemos cortá-las rente e seguindo o seu formato.

    Quadrada: Deverá ser cortada quadrada evitando deixar pontas nas suas laterais, para não invadir as pregas ungueais.
    Atletas: Devemos cortá-las curtas, deixar finas e flexíveis.
    Bebês, Crianças e Idosos: Devemos manter aparadas sem excesso


    Cuidados com os pés diabéticos, hipertenso e geriátricos


    Pé diabético

    É nos pés que nos apoiamos, são eles que nos levam de um lado para o outro. Dependemos deles para não dependermos de ninguém.

    Todas as pessoas devem aprender a cuidar dos pés, os portadores de Diabetes devem aprender a cuidar com muito mais afinco, pois complicações frequentes, como pé diabético, podem ser evitadas com prevenção.

    A Diabetes facilita o aparecimento de infecções através da Neuropatia Diabética e de problemas devido à má circulação do sangue.

    Como todas as partes do corpo, os pés necessitam de aportes apropriados de sangue e com ele de oxigênio. Se isso não acontece, as infecções, as doenças vasculares e as doenças decorrentes da falta de circulação podem ocorrer.

    Sinais que podem significar problemas:

    • Dormência nos pés;

    • Ausência ou não crescimento de pelos nos pés e pernas;

    • Micoses;

    • Presença de feridas e secreções;

    • Pele seca, escamosa ou brilhante;

    • Pontas dos pés cianóticas;

    • Aparecimento de fissuras no calcâneo;

    • Perda de sensibilidade;

    • Formigamento ou dor nos pés;
    • Presença de calos em pontos de pressão dos pés;
    • Aparecimento de cãibras em repouso ou ao caminhar.


      Pés hipertensos

    O indivíduo com pressão arterial alta, tem dificuldade no fluxo sanguíneo que é enviado para pernas e pés, podendo causar doença vascular periférica.

    Esses indivíduos apresentam muitas vezes os seguintes problemas:

    • Sente dores;

    • Dormências;

    • Perda de pelos nas pernas;

    • Feridas nas pernas e pés (úlcera varicosa);

    • Dificuldade para caminhar.




    Pés geriátricos


    O processo fisiológico de envelhecimento produz uma série de alterações complexas nos pés, muitas vezes decorrentes do andar inadequado e o uso prolongado e incorreto de calçados, traumas e inflamações  que são agravados pela idade.

    Geralmente o pé geriátrico também está associado com outras doenças sistêmicas (diabetes e hipertensão), causando alguns problemas, tais como:

    • Fadiga;

    • Má circulação;

    • Inchaço;

    • Pé frios e pálidos;

    • Pouca sensibilidade;

    • Feridas que não cicatrizam


    É muito importante que o idoso venha cuidar dos pés com um profissional habilitado, devido às limitações naturais de sua idade.

    Nesta fase da vida o pés apresentam alterações como:

    • Unhas espessas;

    • A pele tende a ficar mais fina e ressecada;

    • Formação de calos;

    • Fissuras;

    •  Joanetes (Hálux Valgo);

    • Micoses.


    A calosidade é uma reação cutânea desenvolvida em razão de uma agressão externa, como o aumento do peso corporal e a ação dos calçados, ou por razões internas, como irregularidades ósseas congênitas ou adquiridas. O aumento da pressão local acelera a formação de placas queratinizadas (calosidades), que recobrem a região comprometida. Após a formação da calosidade, orienta-se que o podólogo avalie a melhor forma de tratamento, que pode ser através de produtos que dissolvam a queratina, o desbaste ou a indicação de protetores com formatos adequados, que aliviam a pressão no local.


    Roteiro simplificado para cuidado dos pés:

    • Examine os pés todos os dias;

    • Preste atenção em mudanças de coloração e temperatura;

    • Olhe cada um dos dedos e entre eles;

    • Procure por infecções, cortes, bolhas, calos e feridas. Se não conseguir fazer isso sozinho, use um espelho para olhar a sola dos pés.

    • Corte as unhas retas, nunca corte os cantos das unhas, assim você evita a unha encravada e muitas infecções. 

      Não corte calos com gilete, o podólogo é o profissional mais indicado para tratar os calos e micose nas unhas e entre os dedos.


    Nunca ande descalço! O portador de Diabetes pode apresentar diminuição da sensibilidade dos pés, o que facilita o trauma e o aparecimento de feridas e infecções indesejadas.


    Na hora de escolher o calçado, vá sempre na parte da tarde, quando o pé está do tamanho certo e não vai ficar apertado. O uso do calçado de tamanho adequado, evita calos, bolhas, joanetes, feridas e infecções. Procure sapatos macios, sem costuras, sem bico fino ou com salto muito alto; evite sandálias que tenham tiras ou fivelas.


    As meias dê preferência aquelas que deixam a pele dos pés respirarem. Troque as meias quando sentir que estão molhadas de suor. Prefira as de algodão e que não tenham costuras. Evite as meias apertadas e as meias de nylon.


    Anatomia dos Pés: Alterações Ortopédica


    Por muitas vezes, achamos que a postura está relacionada apenas ao desalinhamento da coluna vertebral, mas isso não é verdade.

    Para ter uma boa postura, é necessário que o arranjo

    entre as articulações do corpo seja harmonioso e eficaz.

    Não havendo sobrecarga nas articulações e ligamentos 

    e os músculos devem receber um esforço excessivo. 

    Para que esta harmonia seja respeitada, existem alguns parâmetros de alinhamento utilizado para avaliar e classificar as alterações posturais.

    As queixas de dores e lesões, mostra a importância de uma postura correta e do alinhamento dos MMII.

    Nem todas as dores e lesões são de origem postural, muitas delas são decorrentes de traumas ou sobrecarga de atividades tanto esportivas como de trabalho. Além destas, as alterações congênitas e a predisposição genética contribui para o surgimento das doenças.


    Alterações Ortopédicas

    • Entorses

    • Fasceíte plantar

    • Esporão do calcâneo

    • Pé cavo

    • Pé plano / chato

    • Pisada pronada e supinada

    • Pé espalmado

    • Pé torto congênito

    •  Pé equinovaro

    • Artelho em garra

    • Artelho em martelo

    • Metatarsalgia

    • Hálux valgo

    • Hálux rígido

    • Sesamoidite sub hálux


    A entorse de tornozelo é uma lesão que causa um estiramento ou ruptura de um ou mais ligamentos da articulação do tornozelo.


    "Ligamentos são fortes faixas de tecido que conectam os ossos das articulações".


    Existem 2 tipos de entorses:

       

    Por inversão: é quando o tornozelo se desloca para fora, projetando a planta do pé para dentro, em direção ao outro pé. É o tipo mais comum de entorse, ocorre em 90% dos casos. Os ligamentos da parte de fora do tornozelo se estendem além do seu comprimento natural, podendo causar lesões e/ou fraturas. 



    Por eversão: é quando o tornozelo se desloca para dentro, projetando a planta do pé para fora. Os ligamentos da parte de dentro do tornozelo se estendem além do seu comprimento natural, podendo causar lesões.






    Classificação dos entorses:

    • Grau I: pequeno estiramento do ligamento, com pouca ou nenhuma instabilidade articular.


    • Grau II certa ruptura, com separação das fibras ligamentares, com instabilidade articular moderada.
     
    • Grau III: ruptura completa do ligamento e instabilidade ampla da articulação.

    As causas do entorse de tornozelo

    A entorse é causada pelo apoio lateral da parte do pé que provoca uma violenta rotação externa e supinação do tornozelo (inversão).

    É muito raro encontrar uma pessoa que sofre de entorse em eversão, o tornozelo roda para dentro.

    Frouxidão ligamentar,


    Fraqueza muscular


    Instabilidade por uma entorse anterior


    Queda após um salto ou trauma esportivo

    Calçados inadequados (como salto alto, tênis, etc),t

    Certas maneiras de caminhar e apoiar o pé de forma incorreta


    Lesões dos nervos da perna ou iniciar exercício sem aquecimento.


    Sinais e sintomas: 

    Dor contínua e localizada, variando de suave a intensa;

    Edema;

    Equimose;

    Impossibilidade de movimentar o tornozelo (perda da função).



    Tratamento: 

    • Gelo: compressas por 20 minutos, quatro vezes por dia, por 3 ou 4 dias ou até que a dor desapareça. Sempre proteger a pele com uma toalha, para evitar queimaduras

    • Elevação de tornozelo, colocando um travesseiro embaixo do pé.

    • Órtese: usar talas imobilizadoras ou imobilizações gessadas. Deve ser usada 24 horas por dia, retirando somente para a realização da compressa de gelo e para o banho.

    • Uso de medicamento anti-inflamatório ou analgésico.

    • Exames complementares.

    • Fisioterapia.

    • Cirurgias, em casos de entorses graves com instabilidade.


    Fasceíte Plantar

    É uma inflamação causada por um estiramento excessivo da fáscia plantar. 

    Fáscia plantar: faixa ampla de tecido fibroso localizado ao longo da superfície inferior do pé, do calcanhar até o ante pé.




    Causas:

    • Problemas no arco do pé (pé chato e pé cavo)

    • Obesidade ou ganho súbito de peso

    • Corridas de longa distância, especialmente em ladeiras ou em superfícies irregulares

    • Tensão no tendão de aquiles (o tendão que liga os músculos da panturrilha ao tornozelo)

    • Calçados com apoio insuficiente à curva do pé ou solas macias.




    Sintomas:

    • Dor aguda na parte da manhã ou após um longo descanso;

    • Quando a fáscia plantar se contrai novamente ao seu formato original;

    À medida que o dia avança e a fáscia plantar volta a ser estirada, a dor geralmente desaparece

    Tratamento e prevenção:


    Depende da causa.

    • Repouso;

    • Anti-inflamatório;

    • Alongamento;

    • Talas noturnas;

    • Sapatos e palmilhas adequadas;

    • Gelo;

    • Cirurgia em alguns casos.


    É uma patologia ortopédica caracterizada pela formação de espículas ósseas na face plantar ou posterior do osso calcâneo.

    São depósitos de cálcio que se formam quando a fáscia plantar é tensionada na sua inserção no calcâneo, resultando em uma saliência óssea.

    Causas:

    • Idade acima de 40 anos;

    • Prática de esportes de alto impacto nos pés (corrida, ballet e dança);

    • Trabalhar muito em pé;

    • Degeneração mecânica do coxim gorduroso que perdeu seu papel amortecedor;

    • Pronação ou hiperpronação do pé (mais frequente)

    • Obesidade e sobrecarga profissionais ou esportivas;

    • Uso de calçados pouco apropriados para os pés, excesso de

    • salto alto.



    Sintomas:

    O esporão frequentemente causa pouco ou nenhum sintoma. Quando há dor, é por existir também inflamação na região ao redor do calcâneo com acometimento da fáscia plantar. A dor pode surgir provocadas por micro traumas repetitivos. Os pacientes que queixam-se de dor apresentam também o quadro de fasceite plantar.

    O sintoma mais comum é uma dor na planta do pé, especialmente na região abaixo do calcanhar.

    A dor é pior durante os primeiros passos, ao sair da cama ou depois de estar sentado por muito tempo.


    "O Esporão de Calcâneo não provoca a Fasceite Plantar".

    Tratamento

    • Palmilhas e calçados ortopérdicos adequados;

    • Perda de peso;

    • Cirurgia para retirada do esporão.



    Pé  Cavo

    http://www.pelight.com.br/images/Pe_cavo4.jpghttp://www.pelight.com.br/images/Pe_cavo3.jpg


    Ocorre quando há aumento da altura do arco longitudinal.

    O pé apoia-se no solo somente no calcanhar e na região das cabeças dos metatarsos e dedos.


    Causas

    • Doenças ortopédicas;

    • Neurológicas;

    • Neuromusculares.


    Sintomas

    • Dor;

    • Calosidades;

    • Encurtamento muscular;

    • Dedos em garra.

    Tratamento
    • Calçados adequados;

    • Palmilhas;

    • Alongamentos;

    • Cirurgia.





    Pé Plano/ Chato



    Ocorre quando há diminuição ou ausência da curvatura do arco longitudinal plantar interno do pé.

    Vai desde os dedos até o calcanhar.

    Causas

    • Congênitas: frouxidão ligamentar acentuada, articulações hipermóveis.

    • Adquiridas: desequilíbrios musculares ou posturais, peso excessivo, fadiga muscular, calçados inadequados, maus hábitos de marcha.



    Sintomas

    • Quedas frequentes;

    • Deformações ósseas;

    • Claudicação;

    • Dores na planta do pé;

    • Dores na coluna

    • Assintomático. 



    Tratamento

    • exercícios para a musculatura do pé;

    • calçado apropriado;

    • utilização de palmilhas ortopédicas;

    • cirurgia.



    PISADA PLONADA E SUPINADA


    A Pronação e Supinação são movimentos associados que promovem uma postura não fisiológica podendo acarretar em disfunções músculo - esqueléticas no corpo, inclusive no tornozelo e no pé.

    A pisada pode ser com o tornozelo e pé em posição neutra, pronada ou supinada.

    • Pisada neutra: a carga do corpo está distribuída de forma homogênea, a linha de força sob o 3º metatarsiano. 

    • Pisada pronada: o peso do corpo, durante a marcha, recai sob o bloco interno do pé, a linha de força desloca na direção do 1º e 2º metatarsos. Ocorre Eversão do pé + Flexão Plantar.

    • Pisada supinada: durante a marcha, o peso é descarregado sob o bloco externo, isto é, sob o 4º e 5º metatarsos, a linha de força desloca para fora. Ocorre Inversão do pé + Dorsiflexão.




    .

    Ter um pé cavo ou plano é uma coisa, uma pisada supinada ou pronada é outra.

    Cavo e plano são definições com relação à parte estática do pé durante o apoio. 

    Pronado e supinado são definições que somente podem ser usadas para avaliações dinâmicas do pé (pisadas).



    PÉ ESPALMADO:


    O pé espalmado, é um ante pé alargado devido à debilidade dos ligamentos intermetatársicos, associada à dos músculos intrínsecos. Formam-se calosidades nas faces plantares das cabeças metatársicas.

    Sintomas:

    Dor;

    Hipersensibilidade no dorso das articulações metatarso falangianas




    Tratamento

    Calçado especial.

    PÉ TORTO CONGENITO



    Deformidade complexa que envolve ossos, músculos, tendões e vasos sangüíneos. O pé é geralmente pequeno e assume a posição em eqüino-varo-supinado (calcanhar elevado, pé voltado para dentro e rodado para cima).

    É mais frequente em meninos e pode ocorrer e um ou nos dois pés.

    Causas

    • Idiopático;

    • Doença do desenvolvimento (ocorre apenas no segundo trimestre da gestação, através de uma possível ativação de genes "responsáveis" pela geração da deformidade).

    • Alterações neurológicas também podem estar implicadas nas possíveis causas.

    • Fatores ambientais também podem estar relacionados.




    O pé torto congênito idiopático pode estar associado a outros problemas ortopédicos como alterações nos pés (dedos extra numerários ou metatarso) e frouxidão ligamentar (displasia do quadril - defeito na formação do encaixe da cabeça do fêmur na bacia).













    Tratamento

    • repetidas manipulações do pé e do tornozelo.

    • o pé deverá ser mantido na posição correcta por meio de uma imobilização por aparelho de gesso, tala metálica ou ligadura adesiva.

    • cirurgia para seccionar ligamentos e tendões que estejam encurtados, imobilizando-se depois em aparelho de gesso durante pelo menos três meses.


     





    Pé Equino


    É uma deformação do pé caracterizada pela flexão plantar permanente, de forma que a pessoa apoia apenas a parte da frente dos pés (antepé) e deixa o calcâneo numa posição elevada.



    Causa 

    Existem várias causas possíveis para a limitação dos movimentos do tornozelo. Muitas vezes é devido à tensão no tendão de Aquiles ou músculos da panturrilha. Em alguns casos, esta contratura - ou encurtamento - é congênita (presente no nascimento), e às vezes é uma característica hereditária


    Sintomas

    • Fascite plantar ou esporão de calcâneo;

    • Câimbras na panturrilha;

    • Tendinite;

    • Metatarsalgia;

    • Joanetes e dedos em garra;

    • Dor no tornozelo;

    • Dores nas pernas


    Tratamento 

    Com fisioterapia e calçados ortopédicos o pé tende a voltar à normalidade.



    ARTELHO EM GARRA:

    Picture

    Deformidade complexa que se apresenta com a hiperextensão (para cima) da articulação metatarso falangiana e da flexão (para baixo) da articulação interfalangiana proximal e distal.

    As articulações do artelho se curvam devido à contração dos ligamentos e tendões.





    ARTELHO EM MARTELO

    Ocorre deformação da articulação interfalangiana proximal, que se encontra em flexão, a extremidade do artelho fica curvada para baixo.

    As articulações do artelho se curvam devido à contração (contraem e encurtam) dos ligamentos e tendões.


    Pode surgir em qualquer artelho do pé, com exceção do hálux.

    • Flexível: a articulação se move, é possível o estiramento do artelho manualmente;

    • Rígido: a articulação não se move facilmente. O movimento é muito limitado e pode ser extremamente doloroso, restringindo o movimento, aumentando a tensão no coxim plantar, podendo haver o desenvolvimento de calosidades.


    Causas
    • Desequilíbrio muscular;

    • Sapato com bico fino;

    • Diabetes, hanseníase;

    • Sequelas de artrite e artrose estão entre as grandes causas.


    Tratamento

    • Sapatos e palmilhas adequados;

    • Órteses de contenção;

    • Cirurgia.








    METATARSALGIA:






    Dor na região do metatarso do pé. É um problema comum no pé que pode afetar os ossos e as articulações.

    Essa condição geralmente está associada a um problema de alinhamento dos metatarsos. Mas também pode ser causada por pressão por um longo período de tempo, calçados impróprios, atividades físicas de alto impacto e pés cavos.


    Tratamento

    Exercícios e alongamentos;

    • Anti-inflamatório;

    • Redução do peso;
    • Calçados  adequados;

    • Palmilhas adequados.

    • Exercícios e alongamentos


    HALUX VALGO

    É uma deformidade mais comum do hálux, caracterizado por um desvio lateral da falange proximal, do primeiro metatársico.

    Como descolamento do hálux em direção aos artelhos menores, é comum encontrá-lo posicionado sob ou sobre o segundo artelho do pé.


    Causas

    • Intrínsecas – fatores genéticos (história familiar), doenças sistêmicas pré-existentes (artrite reumatoide ou outras doenças reumáticas), anatomia óssea do pé, frouxidão ligamentar.

    • Extrínsecas – o uso de calçados inadequados, com destaque para o sapato de salto alto e ponta fina.







    Sintomas


    Pode apresentar dor suave ou grave e dificuldade de andar com sapatos normais. A pele e o tecido mais profundo, que estão presentes podem ficar inflamados e ou inchados. Os outros artelhos podem ser afetados pela pressão do hálux empurrando em direção a ele. As unhas também começa a crescer para o lado e os artelhos também podem desviar-se.

    Para cada homem com deformidade na lateral do hálux, há 16 casos em mulheres.


    Tratamento

    • Deve ser individualizado e depende da idade, do grau da deformidade e da gravidade dos sintomas apresentados.

    •  Uso de calçados adequados, protetores, exercícios, órteses, tala estabilizadora para o uso noturno e em último caso cirurgia.


    HALUX RIGIDO

    Caracteriza-se por dor progressiva e perda da mobilidade da articulação metatarso falangiana do hálux, com artrose (desgaste) da articulação


    Inicia-se com dor ao uso de calçados de saltos altos evoluindo até a perda completa deste movimento, doendo então, com qualquer tipo de calçado. Associa-se frequentemente à formação de calosidade no dorso da articulação.


    Causas

    • Contusões repetitivas e traumas podem ocasionar lesões na cartilagem e levar ao desgaste precoce (artrose);

    • Obesidade;

    • Atividades esportivas que possam sobrecarregar e causar impactos entre os ossos da articulação;

    • Doenças reumáticas;

    • Genética;

    • Idiopático


    Sinais e Sintomas

    • Dor e edema na articulação do hálux, mesmo em repouso;

    • Rigidez leve, normalmente ao acordar, podendo ser agravada pelo frio;

    • Rigides grave ou bloqueio total do movimento;

    • Dificuldade para correr, agachar ou saltar;

    • Desconforto com calçados que apertam a frente do pé;

    • Aumento e deformidade da articulação;

    • Mudança na forma de caminhar e do apoio do pé



    Tratamento

    Calçado adequado, coxim para acomodação do pé, cirurgia para ressecção da articulação e remodelagem da cabeça do metatarso.


    SESAMÓIDITE SUB HALUX



    Apresentam o formato de um grão de feijão e atuam como braço de alavanca do tendão flexor do hálux e participam do desprendimento do pé na passada.

    Dor localizada sob os ossos sesamóides.


    Causa

    • Traumas no local;

    • Inflamações nos tendões subjacentes;

    • Fraturas agudas ou de fadiga;

    • Necroses desses pequenos ossos.


    Prevenção e Tratamento


    • Tênis com palmilhas com bom amortecedor;

    • Calçados que não sobrecarreguem a parte anterior do pé;

    • Saltos altos, com solados finos pioram bastante a dor;

    • Calçados finos e hiperflexíveis aumentam a dor;

    • Sandálias rasteiras e sapatos tipo mocassim pioram a dor.




    UNIDADE CURRICULAR 5- UC V
    Pesquisa , fotos : Aluna Andrea
    Inserção de texto e correção : Aluna ELIS RAMOSS







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